terça-feira, 13 de março de 2012

As verdades e os mitos sobre os novos aliados do emagrecimento

Praticamente todos os dias surgem novas modas para quem quer emagrecer, manter o corpo em dia ou apenas ter uma vida mais saudável. De todos esses produtos, quais realmente funcionam e quais são apenas lendas? A médica nutróloga   Liliane Oppermann fala sobre o óleo de coco, o extrato de manga e a bala de colágeno.

Óleo de coco
De acordo com a doutora, o óleo de coco ajuda na queima de gordura e na saciedade. Ele deve ser consumido duas colheres de sopa por dia no pão, substituindo a margarina, ou como tempero da salada. Com ele, você sente uma saciedade precoce e prolongada, além de ter o efeito termogênico, que auxilia na queima da gordura. Para quem não gosta do sabor, há o produto em cápsulas.
  • É capaz de auxiliar na queima de gorduras.
  • Em um estudo realizado nos EUA, ficou constatado que o líquido extraído do fruto do coqueiro pode dobrar o número de quilos perdidos durante uma dieta.
  • Deve-se consumir de 3 a 4 colheres de sopa por dia de óleode coco.
  • De sabor agradável, pode misturá-lo com sucos e vitaminas, ou em saladas durante as refeições ou mesmo tomado de colherada.
  • Outra sugestão é usá-lo como um substituto da margarina e da manteiga na culinária.
  • À venda em lojas de alimentos naturais.
  • O frasco contendo 200 ml de óleode coco custa cerca de R$ 30.
Extrato de manga africana
A doutora conta que o extrato deve ser prescrito por um profissional e de acordo com a necessidade do paciente.
  • Lançado no Brasil como um suplemento auxiliar nas dietas para emagrecimento, no combate a obesidade, e para pacientes com diabetes.
  • A planta é nativa do sudeste asiático e da África, produzindo frutos amarelos, ricos em fibras e sementes ricas em gorduras saudáveis.
  • O extrato da manga africana age inibindo o apetite, prolongando a sensação de saciedade e tem propriedades que também auxiliam na queima de gorduras, especialmente na região abdominal, além de manter os níveis de insulina no organismo, de forma que evita o acúmulo de gordura.
  • Cientistas já descobriram outras aplicações para o extrato além do emagrecimento, como alívio da dor, tratamento de infecções fúngicas e bacterianas e prevenção da malária.
  • 60 Cápsulas - R$ 37,90
Chia
A médica diz que além de auxiliar no emagrecimento, é um alimento fantástico, porque contribui com a imunidade e a resistência. É riquíssimo em ômega 3. Pode ser usado pelo menos uma colher de chá duas vezes ao dia em sucos, saladas, em bolos.
  • Originária do México, a chia é uma semente que foi muito consumida por civilizações antigas, principalmente por quem precisava de força e resistência física.
  • Entre os principais componentes está o ômega 3 - em teor mais elevado que o encontrado na linhaça. Também tem fibras, cálcio, magnésio, potássio e proteína.
  • Chia promove a saciedade, combate inflamação, desintoxica, reduz o colesterol, controla a glicemia, ajuda na formação óssea, previne o envelhecimento precoce, melhora a imunidade do organismo.
  • Qualquer pessoa pode ingerir a semente. Porém, devido ao alto teor calórico, o excesso pode levar ao ganho de peso.
  • 240 gramas - R$ 36,00
Bala de goma de colágeno
O colágeno hidrolisado é importante até para a formação da pele, dá saciedade e pode substituir um docinho. O importante é ver qual o princípio ativo da bala, como o silício, bom para a flacidez. Sem o princípio ativo, é indicado de duas a quatro gomas por dia. Dependendo do princípio ativo, o certo é consumir de acordo com a prescrição médica.
  • Bala manipulada com queimadores de gordura e substâncias que combatem a retenção líquida e a vontade de comer doces e carboidratos.
  • Evita a flacidez e melhora a qualidade da pele.
  • Utiliza-se diariamente, 1 hora antes do almoço e outra 1 hora antes jantar.
  • Entre R$ 35 e R$ 200 (60 unidades).
  • 500g - R$ 20,00
Farinha de feijão branco
A farinha do feijão branco contém o inibidor de uma enzima que quebra o açúcar, com isso o açúcar será eliminado pelas fezes. Ela entra como um adicional nas receitas.
Farinha de berinjela
A farinha ajuda na saciedade e também para reduzir o colesterol. É muito fácil de fazer: um quilo de berinjela vai ao forno por uma hora, depois é só bater no liquidificador e coar. Cada quilo vai dar cerca de 100 gramas de farinha.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

7 bilionários que não deixarão sua fortuna para os filhos

Pais endinheirados querem ensinar o valor do dinheiro aos filhos, deixando a maior parte do patrimônio para a caridade


Bill Gates

 Bill Gates, o segundo homem mais rico do mundo, com um patrimônio de 56 bilhões de dólares, já declarou várias vezes à imprensa que deixará uma fatia “minúscula” da sua fortuna aos três filhos, Jennifer Katharine, Phoebe Adele e Rory John. Especula-se que seriam 10 milhões de dólares para cada um.
“Não acho que essa quantidade dinheiro faria bem a eles”, disse ao jornal britânico Daily Mail, acrescentando: “Eles terão que encontrar o próprio caminho”. A maior parte do patrimônio do bilionário fundador da Microsoft deve ir para a fundação filantrópica que criou junto à esposa, a Bill & Melinda Gates Foundation.

Warren Buffett

Com um patrimônio de 50 bilhões de dólares, Warren Buffet se comprometeu a doar 99% da sua fortuna antes de morrer – 85% devem ir para a Bill & Melinda Gates Foundation, projeto filantrópico do fundador da Microsoft.
Pai de três filhos - Susie, Howard e Peter – disse certa vez que queria dar “o suficiente para que eles sentissem que podem fazer qualquer coisa, mas não tanto que eles sentissem que não precisam fazer nada”.

Michael Bloomberg

Com 19,5 bilhões de dólares de patrimônio, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, se comprometeu a deixar quase todo o seu dinheiro para a caridade.
Suas duas filhas, Emma e Georgina, foram personagens do documentário “Born Rich”, que retrata a vida de crianças que nasceram em famílias extremamente ricas.
Bloomberg declarou no passado que “o melhor planejamento financeiro termina com o cheque do coveiro voltando”.

Ted Turner

Ted Turner tinha apenas 24 anos quando teve que assumir a companhia de outdoors do pai, que se suicidou em 1963. Turner transformou o negócio em um império bilionário da mídia, incluindo a rede de notícias CNN.
Com um patrimônio avaliado 2 bilhões de dólares, Turner já doou mais de 1 bilhão de dólares para projetos ligados à ONU.Disse em entrevistas recentes que tem apenas alguns milhões na conta bancária e que esperava ter o suficiente para pagar seu enterro quando morrer. Exageros à parte, Turner tem cinco filhos que terão que dividir o que restar do seu patrimônio.

T. Boone Pickens

T. Boone Pickens construiu seu patrimônio de 1,4 bilhões de dólares por meio de uma agressiva estratégia de aquisições.
Aos 12 anos de idade, Pickens entregava jornais para ganhar seu próprio dinheiro, portanto não é surpresa que ele não pretenda deixar a maior parte da sua fortuna para os quatro filhos.
O bilionário, que já se comprometeu a deixar metade do seu dinheiro para a caridade, disse em entrevista que não é “um grande fã de fortunas herdadas”. “Normalmente faz mais mal que bem”, disse.

William Barron Hilton

Dono de um patrimônio de 2,5 bilhões de dólares, William Barron Hilton herdou de seu pai, Conrad Hilton, apenas 500 mil dólares quando ele morreu. O herdeiro da Hilton Hotels Corporation foi à justiça para exigir uma fatia maior dos bens do pai, que tinha decidido deixar 97% da sua fortuna para a caridade.
Barron Hilton conseguiu ampliar sua herança, ficando com 4 milhões de ações da companhia, mas já afirmou que pretende seguir os passos do pai e deixar 97% da sua fortuna para a Conrad N. Hilton Foundation. Os 3% restantes vão ser divididos entre seus oito filhos e muitos netos – entre eles, a socialite Paris Hilton.
 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

São Paulo: Terra da garoa e do dinheiro

Edemir Pinto, presidente da BM&FBovespa, explica por que São Paulo virou o principal centro financeiro da América Latina.
Nada mais comum na rotina do economista Edemir Pinto, 57 anos, do que andar pelo centro de São Paulo. Nem a garoa, típica da cidade, pode atrapalhar esse prazer. Afinal, há 25 anos ele trabalha nessa região, sendo que nos últimos três anos, desde a fusão da BM&F com a Bovespa, em 2008, como presidente da BM&FBovespa, a terceira maior bolsa de valores do mundo em valor de mercado. "Houve melhorias no centro da cidade que atraíram faculdades, empresas de telemarketing e outros negócios", diz Pinto. Em 2012, quando completa 458 anos, a cidade reforça sua vocação como centro financeiro regional.

"São Paulo é hoje um centro com grandes profissionais do mercado financeiro e de capitais, além de contar com investidores institucionais, excelentes advogados e tudo o que é necessário para fechar negócios na área de intermediação financeira." Com tudo isso, em sua visão, não há melhor lugar para fechar negócios na América Latina do que São Paulo. O desempenho da bolsa nos últimos anos evidencia isso muito bem, de acordo com Pinto. Em 2011, a BM&FBovespa teve o melhor resultado de sua história, chegando a 141,2 milhões de transações, um crescimento de mais de 30% em relação ao ano anterior, que tinha ultrapassado, pela primeira vez, o patamar de 100 milhões de transações.

O valor médio diário dos negócios atingiu R$ 6,4 bilhões, outro recorde. Mesmo com as dificuldades da economia global, a BM&FBovespa espera a retomada dos processos de abertura de capital a partir deste ano. "O potencial é muito grande", diz Pinto. "Existem entre 40 e 45 empresas represadas com seus planos de oferta pública inicial de ações." Contam muito para isso as injeções de otimismo que a cidade recebeu nos últimos anos com as melhorias introduzidas no centro urbano da cidade para atrair novos investidores. A Lei da Cidade Limpa, que retirou outdoors e disciplinou o uso de placas nas fachadas de edifícios e prédios comerciais, segundo Pinto, teve o grande mérito de reduzir abusos na propaganda ao ar livre.

"Sem dúvida, foi um grande avanço", diz o executivo. Com isso ele, que é um contumaz frequentador do centro, afirma que ficou melhor andar pela cidade. Seus lugares preferidos da região central? Há vários. Um deles é a própria BM&FBovespa, que se tornou uma atração e recebe cerca de 500 visitantes por dia. "Recomendo também o Centro Cultural Banco do Brasil, o Mosteiro de São Bento e o Pateo do Collegio, onde a cidade começou." Bom gourmet, como uma boa parcela da população de São Paulo, ele indica os restaurantes próximos ao local onde trabalha no centro da cidade.

Em sua lista de preferidos estão a Cervejaria São Jorge, na praça Antônio Prado, o Café Girondino, no largo São Bento, e o Restaurante Lia Jockey, na rua Boa Vista. Mas não é apenas na venda e compra de ações que São Paulo se destaca como um grande centro financeiro, comparável a Londres, Nova York ou Hong Kong pelo seu dinamismo e efervescência. Há muito dinheiro também nos fundos de privaty equity. Em 2011, esses fundos captaram US$ 12 bilhões. Neste ano, a previsão é de US$ 20 bilhões. Essa tendência criou uma nova avenida para o dinheiro de São Paulo: a região da Faria Lima.

É lá que se instalaram as principais instituições financeiras dessa área, como o BTG Pactual e o Carlyle, entre tantos outros. "Temos uma regulação no setor financeiro que é exemplo para o mundo", afirma Pinto. "Isso tem atraído cada vez mais investimentos para o País." Apesar do muito que já foi feito para chamar a atenção dos investidores, São Paulo deve incorporar outros atrativos para empresários nacionais e internacionais, de acordo com Pinto. Afinal, a cidade tem um grande mercado consumidor, um dos maiores do mundo. "Apenas a classe média de São Paulo, por exemplo, é maior do que muitos países da Europa", diz.

Para o presidente da BM&FBovespa, essa característica assinala duas vocações da cidade de São Paulo: para a área de serviços e para a intermediação financeira. Por esse motivo, há ainda muito a ser feito para melhorar, principalmente no centro de São Paulo, em sua visão. Sobre o aspecto urbanístico, por exemplo, alguns especialistas defendem maior liberdade na legislação de obras, para permitir reformas nos prédios mais antigos e trazer não só empresas, mas também mais moradores. "É necessário criar um ambiente regulatório capaz de atrair as grandes incorporadoras", afirma o executivo. "Todo centro revitalizado deve ter suas torres ou complexos comerciais para ter vida dia e noite. Isso daria mais vitalidade, a exemplo do que ocorreu nas regiões centrais de outras cidades do mundo."

A melhora do ambiente de negócios exige também maiores investimentos em infraestrututra, transporte público e aeroportos. Do lado privado, acredita Pinto, o Brasil precisa com urgência – "e São Paulo não é diferente" – de maior infraestrutura hoteleira para a realização de eventos de grande porte. Mas as perspectivas são altamente positivas, segundo o presidente da BM&FBovespa. "São Paulo tem um povo trabalhador, que sempre acolheu bem os imigrantes. É uma cidade formada por vários povos", diz o executivo. "Temos vocação para crescer e continuar sendo um polo de atração de investimentos."

Genilson CEZAR                           
Revista ISTOÉ Dinheiro - 16/01/2012

domingo, 8 de janeiro de 2012

Saiba o que pode queimar seu filme na hora de conseguir um emprego

Falar mal da empresa anterior é o que mais prejudica imagem de profissional em novo emprego

Pesquisa realizada pelo Nube aponta que a resposta foi indicada por 37,13% dos profissionais entrevistados


Criticar empresas onde já trabalhou é a atitude que mais pode prejudicar a imagem do profissional no meio corporativo. Ao menos é o que aponta um levantamento realizado pelo Nube (Núcleo Brasilero de Estágios).
A resposta foi indicada por 37,13% dos entrevistados, sendo a maioria dos respondentes estagiários.
Em segundo lugar, está falar mal do colega de trabalho, cujas menções atingiram 25,79%. Em seguida, aparecem revelar segredos para concorrentes, com 19,62%, vestir-se de maneira inadequada (15,24%) e comentar o salário dos outros (2,23%).

Dificuldades do profissional
Para a gerente de Treinamento do Nube, Carmen Alonso, os fatos mais indicados pelos entrevistados - falar mal da empresa e do colega -revelam a dificuldade comum que os profissionais têm em determinadas situações. Segundo ela, os brasileiros têm a tendência de responsabilizar os outros pelo seu processo de desenvolvimento.
Como exemplo, ela cita que os profissionais culpam as empresas em que trabalharam anteriormente por não dar oportunidade de crescimento. Estas pessoas não se questionam o que deixaram de fazer para conseguir uma promoção ou trabalhar em novos projetos.
“Quem é culpado? A empresa ou o profissional que não fez nada para melhorar? Infelizmente, a maioria só consegue ver que o erro é da empresa”, diz
Sobre falar mal do colega, ela explica que isso ocorre porque os profissionais não conseguem resolver situações diretamente com quem está incomodando. Ela acrescenta que isso é comum até mesmo com pessoas que são extrovertidas, que, apesar de serem comunicativas e falantes, apresentam dificuldades para resolver conflitos.

Segredos para concorrentes
Sobre contar os segredos corporativos, a especialista explica que isso deixa de ser apenas falta de ética para se tornar “desvio de caráter”.
“Informação é ativo da empresa. Isso deve ser respeitado. Em algumas empresas não se pode nem deixar documentos em cima da mesa. Por isso, é preciso ter o dobro de cuidado. Lembre-se de que, se você contar para um amigo mais próximo, ele também também pode contar para um amigo mais próximo”.

Roupa e salário
Em relação a ter imagem prejudicada pela vestimenta, Carmen comenta que isso é comum principalmente entre os jovens que não têm experiência no ambiente de trabalho. Mas não é somente às roupas que se vai trabalhar que é necessário ter atenção.
Os profissionais devem cuidar também do tipo de vestimenta que aparece nas redes sociais. Segundo ela, de nada adianta trabalhar de roupa social, durante toda a semana, e colocar uma foto de lingerie ou biquíni no Facebook. “A imagem é prejudicada do mesmo jeito”.
Por fim, sobre os comentários de salário dos colegas, ela explica que não deveria acontecer de jeito nenhum, mas em quase todas as empresas este tipo de informação sempre acaba chegando aos ouvidos dos profissionais.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Todos Merecem uma Segunda Chance


Certo dia um fazendeiro muito rico, levantou bem cedo, foi até um celeiro e construiu uma forca de madeira, depois mandou chamar seu único filho e lhe disse:


-Um dia eu morrerei meu filho e, quero que você me prometa uma coisa...


E seu filho lhe respondeu:


-Diga eu pai!


-Se depois que eu morrer você gastar tudo o que eu tenho em festas e não tiver mais solução, se você tiver falido vai me prometer que vira até essa forca colocara essa corda no pescoço e tirará a sua vida.


Seu filho espantado lhe respondeu:


-Meu pai, acha mesmo que eu irei perder tudo isso, é muito dinheiro, além do mais,o senhor me ensinou muito bem como administrar os negócios, não irei falir a sua fazenda!


E o fazendeiro insistiu:



-Me prometa agora...


Então seu filho lhe disse:


-Certo meu pai, eu prometo que se gastar todo o dinheiro, e não tiver mais nenhum recurso, virei até esse celeiro e me enforcarei.


Passado alguns anos seu pai faleceu, e o filho começou a dar festas em sua casa, não se importando com a administração da fazenda, até que um dia, ele não tinha mais dinheiro, então começou a vender tudo o que tinha para poder sobreviver, até que se acabaram todos os seus recursos, e lhe sobrou apenas a fazenda para ser vendida e lembrou da promessa que fez a seu pai, e disse:


- O senhor tinha razão meu pai, eu fui inconseqüente e perdi tudo o que o senhor levou a vida inteira para construir, não me resta mais nada a não ser cumprir a promessa que te fiz ainda em vida; vou até o celeiro para me enforcar...


No caminho para o celeiro ele pensou: "Que bom seria se eu tivesse uma segunda chance, não gastaria mais em festas, e cuidaria melhor dos negócios do meu pai, mais agora é tarde demais, só me restou essa corda...”


Passando a corda em seu pescoço, em lágrimas, derrubou o banquinho onde estava para se enforcar, e com o peso do seu corpo a forca se quebrou, e havia dentro dela rubis e todos os tipos de pedras preciosas e um bilhete de seu pai escrito:


"Aqui está a sua segunda chance, aproveite bem!!!"

sábado, 19 de novembro de 2011

Vitamina B pode reduzir em até 20% níveis do estresse relacionado ao trabalho

 Pesquisa feita na Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, mostrou resultados positivos do consumo da vitamina

Um estudo revela que a vitamina B pode reduzir em até 20% os níveis de estresse relacionado ao trabalho. A vitamina B é um complexo com oito vitaminas distintas, que podem ser encontradas em alguns tipos de carnes, legumes e vegetais e nos cereais, no leite e ovo.
A pesquisa foi realizada na Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, e liderada pelo professor Con Stough. Seus resultados foram publicados na última edição do periódico Human Psychopharmacology.
Foram avaliados 60 voluntários em relação a fatores como personalidade, demanda de trabalho, ansiedade, estado de espírito e tensão. Após uma avaliação inicial, os voluntários foram reavaliados depois de 30 e 90 dias.
Os participantes do estudo foram divididos em dois grupos. Para os do primeiro foram dadas altas doses de vitamina B e, para os do segundo grupo, apenas placebo. Con Stough contou que, apenas três meses depois do experimento, o grupo que estava recebendo vitamina B apresentou níveis de estresse muito menores do que os níveis da avaliação inicial.
Foi uma redução de 20% no nível de estresse, explicou o professor. Já aqueles do grupo que receberam placebo não mostraram melhoras nos níveis de estresse.
Apesar de ter sido um estudo novo, o professor não ficou surpreso com o efeito da vitamina B, pois a sua importância nas funções cognitivas do homem há muito já era conhecida.
"A vitamina B, que é encontrada em todos os alimentos não processados, como carne, feijão e cereais integrais, é essencial para a síntese de neurotransmissores, essenciais para o bem-estar psicológico", afirmou Con Stough. "Mas a realidade é que muitas pessoas não recebem o suficiente vitamina B de sua dieta, então, elas estão se voltando para a suplementação da vitamina."

Além da vitamina B
Com a ajuda da nutricionista Daniela Cyrulin, elaboramos uma lista de alimentos que ajudam a combater o estresse:

Peixes e frutos do mar - diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contêm zinco e selênio, que agem diretamente no cérebro. Outros alimentos ricos em selênio são atum enlatado e peru. No caso do zinco, a nutricionista cita os cereais integrais e o chocolate. Este último, porém, deve ser consumido com moderação.
Como sugestão de consumo, Daniela indica o sanduíche de atum durante o lanche da tarde no escritório. No caso do chocolate, faz bem comer 30g do alimento, de preferência com 70% cacau, no lanche da manhã ou da tarde.
Laranja - promove um melhor funcionamento do sistema nervoso. É um ótimo relaxante muscular e ajuda a combater o estresse e prevenir a fadiga. É rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do Complexo B. Daniela aconselha consumir 1 copo de suco de laranja pêra no lanche da manhã no escritório.
Castanha-do-pará - melhora sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. É rica em selênio, um poderoso agente antioxidante. Uma unidade ao dia já fornece a quantia diária de selênio (350mg) recomendada.
Frutas ricas em vitamina C - a ingestão de vitamina C inibe a liberação de cortisol, principal hormônio relacionado ao estresse no corpo. Tente comer 1 pote de salada de frutas (kiwi, abacaxi, tangerina, laranja) no lanche da manhã ou da tarde.
Maracujá - as folhas do maracujá são calmantes, mas a fruta não é. As folhas contêm alcaloides e flavonoides, substâncias depressoras do sistema nervoso central, conjunto do cérebro com a medula espinal responsável pela sensibilidade e pela consciência. Por isso, elas atuam como analgésicos e relaxantes musculares. Faça um chá de folhas de maracujá e beba o dia todo no escritório.
Alface - a lactucina e lactupicrina, encontradas principalmente nos talos das folhas, atuam como calmante.
Saiba também que há os alimentos que podem agravar um quadro de estresse e, se o objetivo for combater o problema, é preciso evitá-los. Os principais alimentos desse grupo são aqueles que contêm cafeína, álcool e gorduras. No caso da cafeína, ela está presente no café, chá verde e refrigerante à base de cola. A gordura está nos doces, frituras e fast food, por exemplo. Sal em excesso também deve ser evitado.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

5 maneiras de fazer seus funcionários mais felizes

Flexibilidade de horários e vestimenta e tempo livre para inovar estão entre os incentivos que as empresas oferecem a seus funcionários


Funcionário feliz
 
 
  Em um ambiente de forte competição por talentos, pequenas empresas muitas vezes enfrentam dificuldades para fazer frente aos salários e benefícios oferecidos pelos gigantes do mercado. Mas é possível incentivar os funcionários com medidas simples, que além de deixar o dia a dia da empresa mais agradável, podem aumentar a produtividade e a capacidade de inovação do seu negócio.

 

Conheça, a seguir, práticas adotadas por empresas de pequeno e médio porte para fazer seus funcionários mais felizes:

1. Reconheça
Trimestralmente, o Peixe Urbano faz uma pesquisa de clima para medir a satisfação dos funcionários. “Estamos crescendo em ritmo acelerado e consideramos importante avaliar como isso afeta os nossos funcionários”, explica Maria Fernanda, diretora de gente e gestão.
Como parte do processo de avaliação, a empresa decidiu identificar, na última edição, aqueles funcionários que melhor refletiam os valores da companhia, de acordo com seus próprios pares. Os cinco nomes mais votados foram reconhecidos por meio de um vídeo em que os gestores da companhia ressaltavam suas qualidades.
Segundo Maria Fernanda, prêmios “simbólicos”, como ingressos para cinema e shows e créditos para serem usados em compras no Peixe Urbano, fazem parte de política de recompensa da empresa, mas o fator mais importante é o reconhecimento. “O principal e colocar o profissional em evidencia e a mostrar que ele faz a diferença”, diz.

2. Premie
Reconhecimento é bom, mas, acompanhando de um bônus, é ainda melhor. Todos os anos, a Beneficência Portuguesa, de São Paulo, presenteia os 1,3 mil médicos e assistentes que fazem parte da equipe do hospital no Dia do Médico. “É uma maneira de dizer que estamos gratos e que estamos aqui para cuidar deles”, diz Cida Papai, gerente comercial do hospital.
Neste ano, a instituição presenteou seus funcionários com uma caixa da Viva! Experiências, que dava direito a uma degustação à escolha de cada presenteado. “No passado, promovemos shows e coquetéis, mas a agenda do medico é muito corrida, era difícil de juntar todos. Queríamos dar um presente que ele pudesse curtir com a família”, conta Cida. A ação foi um sucesso. “O entusiasmo foi geral, todos ficaram comentando pelos corredores em qual degustação iriam.”

3. Dialogue
Quando os funcionários estão por dentro das estratégias da empresa, se sentem mais motivados a abraçar as decisões e fazê-las acontecer. A cada 15 dias, todos os funcionários do Peixe Urbano se reúnem com um dos sócios para um “Papo de Peixe”, um bate papo informal para discutir as últimas novidades e estratégias da empresa. Julio Vasconcelos, o CEO da empresa, está presente sempre que possível e conduz pessoalmente a conversa com os funcionários, que também envolve convidados externos. As reuniões são programadas para terminar sempre com um happy hour. “A diversão é um dos princípios da empresa”, explica Maria Fernanda.

4. Dê liberdade
Outro elemento que faz parte da cultura do Peixe Urbano é dar liberdade aos funcionários para fazer seus horários e se vestir como quiserem. Segundo Maria Fernanda, a política ajuda a manter o ambiente informal, criativo e produtivo. “Queremos construir um ambiente de trabalho divertido, agradável e com foco em resultados e não em regras”, explica.
Em áreas que independem do horário comercial, os funcionários tem total liberdade para fazer seus horários. “Internet não para nunca, as pessoas estão sempre ligadas”, justifica a gestora. Mesmo para as áreas que requerem um horário mais rígido, há margem para escolha. “O pessoal de atendimento ao cliente, por exemplo, pode entrar entre 8h e 11h”, diz Maria Fernanda. “As pessoas podem fazer seu horário. Trabalhamos com a entrega e a responsabilidade”, acrescenta.
Já no quesito guarda-roupa, a flexibilidade é total. “As pessoas podem se vestir como quiserem. Tem gente que vem de bermuda e chinelo. Somos ‘casual everyday’”, brinca.

5. Envolva
Envolver os colaboradores nos processos de inovação da companhia é uma maneira de permitir que eles desenvolvam o próprio potencial criativo e, ao mesmo, tempo, colaborem para o sucesso do negócio. Todas as sextas feiras, os funcionários do portal Minha Vida param o que estiverem fazendo para se dedicar a pensar em ideias inovadoras.
“Eles têm um dia inteiro livre para trabalhar em interesses pessoais, de maneira que isso se reverta em resultados à empresa”, explica Gomér Gonzaga, gerente de gente e gestão. Os 60 funcionários da companhia se reúnem em times de trabalho, de acordo com os interesses e afinidades de cada um. Juntos, eles fazem “brainstorms” e trabalham em ideias que, posteriormente, são apresentadas aos sócios da empresa.
O projeto, conhecido como Ideia Day, rende frutos que podem ir de um novo recurso para o portal até mudanças em processos internos da companhia. “Nosso funcionário tem liberdade para fazer acontecer. Tudo é feito com rapidez e transparência”, diz a gestora.

A startup Bougue está inaugurando um programa similar de incentivo à inovação, com um ingrediente extra: a competição. Trimestralmente, os funcionários da empresa (que ainda conta com um time reduzido, de apenas sete pessoas) são divididos em duas equipes, que trabalham uma vez por semana em uma proposta de melhoria no modelo de negócios da empresa. As equipes contam com mentoring dos co-fundadores da startup para desenvolver a ideia.
Após três meses, o time “vencedor” é escolhido. Além de ter a ideia implementada, os ganhadores recebem pequenos incentivos, como bônus em dinheiro ou viagens. “O premio não é o foco, é só um extra“, diz Fernando Canuto, fundador do negócio. Outra política adotada pela jovem empresa é reservar uma hora por dia para os funcionários dedicarem a projetos pessoais. “É diferente do ambiente corporativo. Queremos trabalhar as competências do nosso time”, justifica o empreendedor.